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Begonia metallica

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© Fábio Carvalho Begonia metallica 🇧🇷 Por muito tempo, houve uma controvérsia em torno do nome dessa espécie. Resumidamente, ela foi apresentada em 1876 como Begonia metallica. Mais recentemente, perdeu o status de espécie autônoma, e tornou-se sinônimo de B. incarnata, uma espécie mexicana que não tem absolutamente nada a ver com ela - forma, hábito, floração, presença de tricomas, nada! Eu nunca aceitei essa reclassificação. Não fazia o MENOR sentido! Pois isso tudo foi resolvido em 2023, pelo botânico Ludovic Kollmann no artigo NOVELTIES IN BRAZILIAN BEGONIACEAE VI, na revista Phytotaxa. Ludovic comenta: "Begonia metallica foi sinonimizada com a espécie mexicana B. incarnata por Govaerts (1996) sem qualquer comentário sobre a sinonimização. B. metallica é totalmente diferente de B. incarnata e é aqui considerada aceita em nível de espécie. Smith et al. (1986) afirmou que B. metallica ocorre no Brasil e não no México. A espécie tem características morfológicas em comum ...

Begonia thelmae do (quase) zero, a 10 mil!

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Begonia thelmae começando sua vida em 19/02/2022 A mesma B. thelmae em 15/09/2022, 7 meses depois comparação em escala Pelo final de janeiro deste ano minha belíssima B. thelmae quase foi para o céu das begônias depois de uma infestação de fungos, mas o golpe final foi, por incrível que pareça, o FUNGICIDA! Se a planta já estava péssima, debilitada pelos fungos, quando apliquei o fungicida difenoclonazole exatamente como indicado na embalagem, em coisa de 3 dias a planta sumiu quase inteira. Queimou-se de uma forma assustadora! E não foi apenas ela - perdi 2 outras begônias das quais não sobrou nada para reiniciar como felizmente consegui com a B. thelmae - um mero cotoco de haste com apenas 2 nós, sendo que apenas 1 brotou (foto 1). Pouco depois, assistindo as super aulas do Gabriel Kehdi @gabrielkehdi, aprendi que esse fungicida, para plantas mais frágeis e sensíveis, deve ser usado com apenas 1/3 da concentração indicada na embalagem. A fitotoxidade desse produto...

Propagação por estaca de folha de Begonia aconitifolia e suas híbridas

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Como sabemos pela literatura, infelizmente as begônias bambusiformes ("cana" - B. maculata , B. dichroa , B. coccinea , B. undulata , etc) seriam incapazes de produzir mudas a partir de folhas. A única possibilidade de propagação vegetativa (assexuada) nestas plantas é via estacas de galho com 3 a 4 nós (o mais fácil e usual), corte de nó com gema dormente (corte "Heel"- um processo mais difícil para nós amadores) ou pedaço de haste com apenas um nó (corte "Mallet" - menos complicado que o anterior, mas que também não é tão garantido quando estaca de galho). O pecíolo e a lâmina foliar destas espécies aparentemente não teriam o meristema necessário para gerar uma nova planta. Nas begônias "cana" as folhas podem até enraizar, durar alguns meses, mas nunca geram uma planta nova. Eu já tentei várias vezes para algumas variedades. Geralmente a folha nem enraiza e apodrece depois de um tempo. Faço isso justamente para confirmar a impossibilidade, por...

Philodendron hederaceum var. hederaceum - cultivo em semi-hidroponia

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Philodendron hederaceum var. hederaceum foto 1: hoje foto 2: início do cultivo em semi-hidroponia fotos 3 e 4: comparação em escala  

Dieffenbachia em semi-hidroponia

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Vejam a beleza e saúde das raízes desta Dieffenbachia que é cultivada em semi-hidroponia e que recebeu um vaso maior há exatos 5 meses. É uma planta que eu quase perdi em substrato, que foi reiniciada a partir de um pequeno pedaço de haste sem folhas ou raízes, diretamente na semi-hidroponia. Foram 8 meses apenas para que as folhas começassem a mostrar variegação. Quando a comprei, ela estava etiquetada como  Aglaonema , e eu até imagino que a origem da confusão é o seu porte bem pequeno para uma  Dieffenbachia . Se você tiver interesse em saber mais sobre o meu método de cultivo em semi-hidroponia, testado por 2 anos com mais de 25 plantas, com muito crescimento, saúde e beleza, me pergunte pelo email florestanoap@gmail.com como adquirir o mini curso SEMI-HIDROPONIA!

Aglaonema 'Siam Aurora' em semi-hidroponia

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Hoje mais uma planta que está vivendo em semi-hidroponia (há 1 ano e oito meses) teve aumento de tamanho do seu vaso. As raízes estavam tão compactas e firmes, engolindo a argila expandida e a brita, que foi impossível remover o pote sem partí-lo. E afinal, valem mais as raízes do que um pote de plástico reaproveitado. Esta planta começou com apenas três hastes e sinceramente já está difícil de contar quantas há agora. Certamente 12 ou mais. Nas últimas fotos vejam que lindo o porte e as cores desta planta! Aglaonema  'Siam Aurora'

Begonia 'IAC'

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© Fábio Carvalho Lhes (re)apresento uma velha conhecida! Begonia 'IAC' A Begonia 'IAC' é uma híbrida natural de B. aconitifolia e B. maculata , descoberta em 1936 na Fazenda Santa Elisa do Instituto Agronômico de Campinas - IAC, onde conviviam lado a lado as duas espécies que se cruzaram. Essa cultivar se difundiu por todo o Brasil a partir dos anos 1960, e ficou conhecida popularmente como "begônia metálica". É desde então, como ainda hoje, presença quase obrigatória nos "jardins de avó", como nas fotos desta postagem. © Fábio Carvalho Uma planta muito robusta e rústica, que passa fácil dos 2 metros de altura, e aguenta condições ambientais e de cultivo amplas, mas que quando está no local correto, cultivada com a devida atenção, floresce como louca, cachos enormes de flores cor de rosa, que quanto mais sol pegam, mais intenso fica o rosa (sol das extremidades do dia! Sol do meio da tarde vai deixar a planta com as folhas sofridas e desbotadas). Ag...